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29 de fev. de 2012
As histórias infantis como forma de consciência de mundo
É no encontro com qualquer forma de Literatura que os homens têm a oportunidade de ampliar, transformar ou enriquecer sua própria experiência de vida. Nesse sentido, a Literatura apresenta-se não só como veículo de manifestação de cultura, mas também de ideologias.A Literatura Infantil, por iniciar o homem no mundo literário, deve ser utilizada como instrumento para a sensibilização da consciência, para a expansão da capacidade e interesse de analisar o mundo. Sendo fundamental mostrar que a literatura deve ser encarada, sempre, de modo global e complexo em sua ambigüidade e pluralidade.
Até bem pouco tempo, em nosso século, a Literatura Infantil era considerada como um gênero secundário, e vista pelo adulto como algo pueril (nivelada ao brinquedo) ou útil (forma de entretenimento). A valorização da Literatura Infantil, como formadora de consciência dentro da vida cultural das sociedades, é bem recente.
Para investir na relação entre a interpretação do texto literário e a realidade, não há melhor sugestão do que obras infantis que abordem questões de nosso tempo e problemas universais, inerentes ao ser humano.
"Infantilizar" as crianças não cria cidadãos capazes de interferir na organização de uma sociedade mais consciente e democrática.
Fases normais no desenvolvimento da criança
O caminho para a redescoberta da Literatura Infantil, em nosso século, foi aberto pela Psicologia Experimental que, revelando a Inteligência como um elemento estruturador do universo que cada indivíduo constrói dentro de si, chama a atenção para os diferentes estágios de seu desenvolvimento (da infância à adolescência) e sua importância fundamental para a evolução e formação da personalidade do futuro adulto. A sucessão das fases evolutivas da inteligência (ou estruturas mentais) é constante e igual para todos. As idades correspondentes a cada uma delas podem mudar, dependendo da criança, ou do meio em que ela vive.Primeira Infância: Movimento X Atividade (15/17 meses aos 3 anos)
- Maturação, início do desenvolvimento mental;
- Fase da invenção da mão - reconhecimento da realidade pelo tato;
- Descoberta de si mesmo e dos outros;
- Necessidade grande de contatos afetivos;
- Explora o mundo dos sentidos;
- Descoberta das formas concretas e dos seres;
- Conquista da linguagem;
- Nomeação de objetos e coisas - atribui vida aos objetos;
- Começa a formar sua auto-imagem, de acordo com o que o adulto diz que ela é, assimilando, sem questionamento, o que lhe é dito;
- Egocentrismo, jogo simbólico;
- Reconhece e nomeia partes do corpo;
- Forma frases completas;
- Nomeia o que desenha e constrói;
- Imita, principalmente, o adulto.
Segunda Infância: Fantasia e Imaginação (dos 3 aos 6 anos)
- Fase lúdica e predomínio do pensamento mágico;
- Aumenta, rapidamente, seu vocabulário;
- Faz muitas perguntas. Quer saber "como" e "por quê ?";
- Egocentrismo - narcisismo;
- Não diferenciação entre a realidade externa e os produtos da fantasia infantil;
- Desenvolvimento do sentido do "eu";
- Tem mais noção de limites (meu/teu/nosso/certo/errado);
- Tempo não tem significação - não há passado nem futuro, a vida é o momento presente;
- Muitas imagens ainda completando, ou sugerindo os textos;
- Textos curtos e elucidativos;
- Consolidação da linguagem, onde as palavras devem corresponder às figuras;
- Para Piaget, etapa animista, pois todas as coisas são dotadas de vida e vontade;
- O elemento maravilhoso começa a despertar interesse na criança.
Dos 6 aos 6 anos e 11 meses, aproximadamente
- Interesse por ler e escrever. A atenção da criança esta voltada para o significado das coisas;
- O egocentrismo está diminuindo. Já inclui outras pessoas no seu universo;
- Seu pensamento está se tornando estável e lógico, mas ainda não é capaz de compreender idéias totalmente abstratas;
- Só consegue raciocinar a partir do concreto;
- Começa a agir cooperativamente;
- Textos mais longos, mas as imagens ainda devem predominar sobre o texto;
- O elemento maravilhoso exerce um grande fascínio sobre a criança.
Histórias para crianças (faixa etária / áreas de interesse / materiais / livros)
1 a 2 anos
A criança, nessa faixa etária, prende-se ao movimento, ao tom de voz, e não ao conteúdo do que é contado. Ela presta atenção ao movimento de fantoches e a objetos que conversam com ela. As histórias devem ser rápidas e curtas. O ideal é inventá-las na hora. Os livros de pano, madeira e plástico, também prendem a atenção. Devem ter, somente, uma gravura em cada página, mostrando coisas simples e atrativas visualmente. Nesta fase, há uma grande necessidade de pegar a história, segurar o fantoche, agarrar o livro, etc..2 a 3 anos
Nessa fase, as histórias ainda devem ser rápidas, com pouco texto de um enredo simples e vivo, poucos personagens, aproximando-se, ao máximo, das vivências da criança. Devem ser contadas com muito ritmo e entonação. Tem grande interesse por histórias de bichinhos, brinquedos e seres da natureza humanizados. Identifica-se, facilmente, com todos eles. Prendem-se a gravuras grandes e com poucos detalhes. Os fantoches continuam sendo o material mais adequado. A música exerce um grande fascínio sobre ela. A criança acredita que tudo ao seu redor tem vida e vivência, por isso, a história transforma-se em algo real, como se estivesse acontecendo mesmo.3 a 6 anos
Os livros adequados a essa fase devem propor "vivências radicadas" no cotidiano familiar da criança e apresentar determinadas características estilísticas.Predomínio absoluto da imagem, (gravuras, ilustrações, desenhos, etc.), sem texto escrito, ou com textos brevíssimos, que podem ser lidos, ou dramatizados pelo adulto, a fim de que a criança perceba a inter-relação existente entre o "mundo real", que a cerca, e o "mundo da palavra", que nomeia o real. É a nomeação das coisas que leva a criança a um convívio inteligente, afetivo e profundo com a realidade circundante.
As imagens devem sugerir uma situação que seja significativa para a criança, ou que lhe seja, de alguma forma, atraente.
A graça, o humor, um certo clima de expectativa, ou mistério são fatores essenciais nos livros para o pré-leitor.
As crianças, nessa fase, gostam de ouvir a história várias vezes. É a fase de "conte outra vez".
Histórias com dobraduras simples, que a criança possa acompanhar, também exercem grande fascínio. Outro recurso é a transformação do contador de histórias com roupas e objetos característicos. A criança acredita, realmente, que o contador de histórias se transformou no personagem ao colocar uma máscara, chapéu, capa, etc..
Podemos enriquecer a base de experiências da criança, variando o material que lhe é oferecido. Materiais como massa de modelar e argila atraem a criança para novas experimentações. Por exemplo, a história do "Bonequinho Doce" sugere a confecção de um bonequinho de massa, e a história da "Galinha Ruiva" pode sugerir amassar e assar um pão.
Assim como as histórias infantis, os contos de fadas têm um determinado momento para serem introduzidos no desenvolvimento da criança, variando de acordo com o grau de complexidade de cada história.
Os contos de fadas, tais como: "O Lobo e os Sete Cabritinhos", "Os Três Porquinhos", "Cachinhos de Ouro", "A Galinha Ruiva" e "O Patinho Feio" apresentam uma estrutura bastante simples e têm poucos personagens, sendo adequados à crianças entre 3 e 4 anos. Enquanto, "Chapeuzinho Vermelho", "O Soldadinho de Chumbo" (conto de Andersen), "Pedro e o Lobo", "João e Maria", "Mindinha" e o "Pequeno Polegar" são adequados a crianças entre 4 e 6 anos.
6 anos a 6 anos e 11 meses
Os contos de fadas citados na fase anterior ainda exercem fascínio nessa fase. "Branca de Neve e os Sete Anões", "Cinderela", "A Bela Adormecida", "João e o Pé de Feijão", "Pinóquio" e "O Gato de Botas" podem ser contadas com poucos detalhes.Resumo
Faixa etária | Textos | Ilustrações | Materiais |
---|---|---|---|
1 a 2 anos | As histórias devem ser rápidas e curtas | Uma gravura em cada página, mostrando coisas simples e atrativas visualmente | Livros de pano, madeira, e plástico. É recomendado o uso de fantoches |
2 a 3 anos | As histórias devem ser rápidas, com pouco texto de um enredo simples e vivo, poucos personagens, aproximando-se, ao máximo das vivências da criança | Gravuras grandes e com poucos detalhes | Os fantoches continuam sendo o material mais adequado. Música também exerce um grande fascínio sobre a criança |
3 a 6 anos | Os livros adequados a essa fase devem propor vivências radicadas no cotidiano familiar da criança. | Predomínio absoluto da imagem, sem texto escrito ou com textos brevíssimos. | Livros com dobraduras simples. Outro recurso é a transformação do contador de histórias com roupas e objetos característicos. A criança acredita, realmente, que o contador de histórias se transformou no personagem ao colocar uma máscara. |
6 ou 7 anos (fase de alfabetização) | Trabalho com figuras de linguagem que explorem o som das palavras. Estruturas frasais mais simples sem longas construções. Ampliação das temáticas com personagens inseridas na coletividade, favorecendo a socialização, sobretudo na escola. | Ilustração deve integrar-se ao texto a fim de instigar o interesse pela leitura. Uso de letras ilustradas, palavras com estrutura dimensiva diferenciada e explorando caráter pictórico. | Excelente momento para inserir poesia, pois brinca com palavras, sílabas, sons. Apoio de instrumentos musicais ou outros objetos que produzam sons. Materiais como massinha, tintas, lápis de cor ou cera podem ser usados para ilustrar textos. |
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O impulso de contar histórias deve ter nascido no homem, no momento
em que ele sentiu necessidade de comunicar aos outros alguma
experiência sua, que poderia ter significação para todos. Não há
povo que não se orgulhe de suas histórias, tradições e lendas, pois
são a expressão de sua cultura e devem ser preservadas. Concentra-se
aqui a íntima relação entre a literatura e a oralidade.
A célula máter da Literatura Infantil, hoje conhecida
como "clássica", encontra-se na Novelística Popular Medieval
que tem suas origens na Índia. Descobriu-se que, desde essa época,
a palavra impôs-se ao homem como algo mágico, como um poder
misterioso, que tanto poderia proteger, como ameaçar, construir
ou destruir. São também de caráter mágico
ou fantasioso as narrativas conhecidas hoje como literatura primordial.
Nela foi descoberto o fundo fabuloso das narrativas orientais, que se forjaram
durante séculos a.C., e se difundiram por todo o mundo,
através da tradição oral.
A Literatura Infantil constitui-se como gênero durante o século XVII,
época em que as mudanças na estrutura da sociedade desencadearam
repercussões no âmbito artístico.
O aparecimento da Literatura Infantil tem características próprias,
pois decorre da ascensão da família burguesa, do novo "status"
concedido à infância na sociedade e da reorganização
da escola. Sua emergência deveu-se, antes de tudo, à sua associação
com a Pedagogia, já que as histórias eram elaboradas para
se converterem em instrumento dela.
É a partir do século XVIII que a criança passa
a ser considerada um ser diferente do adulto, com necessidades e características
próprias, pelo que deveria distanciar-se da vida dos mais velhos
e receber uma educação especial, que a preparasse para a
vida adulta.
As Mil e Uma Noites
Coleção de contos árabes (Alf Lailah Oua Lailah)
compilados provavelmente entre os séculos XIII e XVI.
São estruturados como histórias em cadeia, em que cada conto termina com uma
deixa que o liga ao seguinte. Essa estruturação força o ouvinte curioso a
retornar para continuar a história, interrompida com suspense no ar.
Foi o orientalista francês Antoine Galland o responsável por tornar o livro
de As mil e uma Noites conhecido no ocidente (1704). Não existe
texto fixo para a obra, variando seu conteúdo de manuscrito a manuscrito.
Os árabes foram reunindo e adaptando esses contos maravilhosos de
várias tradições.
Assim, os contos mais antigos são provavelmente do Egito do séc.
XII. A eles foram sendo agregados contos hindus, persas, siríacos
e judaicos.
O uso do número 1001 sugere que podem aparecer mais histórias, ligadas por um fio
condutor infinito. Usar 1000 talvez desse a idéia de fechamento, inteiro, que
não caracteriza a proposta da obra.
Os mais famosos contos são:
- O Mercador e o Gênio
- Aladim ou a Lâmpada Maravilhosa
- Ali-Babá e os Quarenta Ladrões Exterminados por uma Escrava
- As Sete Viagens de Simbá, o Marinheiro
O rei persa Shariar, vitimado pela infidelidade de sua mulher, mandou matá-la
e resolveu passar cada noite com uma esposa diferente, que mandava degolar
na manhã seguinte. Recebendo como mulher a Sherazade, esta iniciou
um conto que despertou o interesse do rei em ouvir-lhe a continuação
na noite seguinte. Sherazade, por artificiosa ligação dos
seus contos, conseguiu encantar o monarca por mil e uma noites e foi poupada
da morte.
A história conta que, durante três anos, moças
eram sacrificadas pelo rei, até que já não havia mais
virgens no reino, e o vizir não sabia mais o que fazer para atender
o desejo do rei. Foi quando uma de suas filhas, Sherazade, pediu-lhe que
a levasse como noiva do rei, pois sabia um estratagema para escapar ao
triste fim que a esperava. A princesa, após ser possuída
pelo rei, começa a contar a extraordinária "História
do Mercador e do Efrit", mas, antes que a manhã rompesse, ela parava
seu relato, deixando um clima de suspense, só dando continuidade
à narrativa na manhã seguinte. Assim, Sherazade conseguiu
sobreviver, graças à sua palavra sábia e à curiosidade
do rei. Ao fim desse tempo, ela já havia tido três filhos
e, na milésima primeira noite, pede ao rei que a poupe, por amor
às crianças. O rei finalmente responde que lhe perdoaria,
sobretudo pela dignidade de Sherazade.
Fica então a metáfora traduzida por Sherazade: a liberdade
se conquista com o exercício da criatividade.
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A designação infantil faz com que esta modalidade literária seja
considerada "menor" por alguns, infelizmente.
Principalmente os educadores vivenciam de perto a evolução do
maravilhoso ser que é a criança. O contato com textos recheados de
encantamento faz-nos perceber quão importante e cheia de
responsabilidade é toda forma de literatura.
A palavra literatura é intransitiva e, independente do adjetivo que
receba, é arte e deleite. Sendo assim, o termo infantil associado à
literatura não significa que ela tenha sido feita necessariamente
para crianças. Na verdade, a literatura infantil acaba sendo aquela
que corresponde, de alguma forma, aos anseios do leitor e que se
identifique com ele.
A autêntica literatura infantil não deve ser feita essencialmente
com intenção pedagógica, didática ou para incentivar hábito de
leitura. Este tipo de texto deve ser produzido pela criança que há
em cada um de nós. Assim o poder de cativar esse público tão
exigente e importante aparece.
O grande segredo é trabalhar o imaginário e a fantasia. E como foi
que tudo começou?
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27 de fev. de 2012
Há
uma enorme discussão entre os teóricos
para entender a Literatura Infantil. A discussão
passa pela conceituação, a concepção
da infância e do leitor, a ligação
da literatura infantil e a escola, até
o caráter literário dessas obras
para crianças.
Os primeiros livros para crianças surgem somente no final do século XVII escritos por professores e pedagogos. Estavam diretamente relacionados a uma função utilitário-pedagógica e, por isso, foram sempre considerados uma forma literária menor. A produção para a infância surgiu com o objetivo de ensinar valores (caráter didático), ajudar a enfrentar a realidade social e propiciar a adoção de hábitos. Infelizmente, ainda podemos encontrar esses objetivos na produção infantil contemporânea.
Para entender melhor essa função utilitário-pedagógica presente na literatura infatil vamos ver o que falam Maria José Palo e Maria Rosa D. Oliveira:
Os primeiros livros para crianças surgem somente no final do século XVII escritos por professores e pedagogos. Estavam diretamente relacionados a uma função utilitário-pedagógica e, por isso, foram sempre considerados uma forma literária menor. A produção para a infância surgiu com o objetivo de ensinar valores (caráter didático), ajudar a enfrentar a realidade social e propiciar a adoção de hábitos. Infelizmente, ainda podemos encontrar esses objetivos na produção infantil contemporânea.
Para entender melhor essa função utilitário-pedagógica presente na literatura infatil vamos ver o que falam Maria José Palo e Maria Rosa D. Oliveira:
A produção brasileira de literatura infanto-juvenil, até a década de 70, foi esporádica, constituindo-se basicamente de traduções de clássicos e de algumas coleções estrangeiras de grande apelo comercial.
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Olá amigas essa semana em comemoração ao nosso 1° aniversario estaremos fazendo um especial com a literatura infantil com intuito a reviver a leitura na vida de nossas crianças... bjussss
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24 de fev. de 2012
15 de fev. de 2012
11 de fev. de 2012
Olá amigas seguidoras essa semana estarei postando atividades pedagogicas e moldes de EVA do carnaval... e pra começar bora apreciar o selinho do Carnaval 2012!!!
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